uma mentira mil vezes repetida

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Nuno Pacheco sobre Uma Mentira Mil Vezes Repetida, na crónica do P2 do Público de 12 de Dezembro de 2012: "É difícil descolar os olhos da história, tal é o labirinto que nela se vai desenrolando."

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Texto de apresentação de Sara Figueiredo Costa na sessão de apresentação na FNAC do Chiado

"No fim de contas, é uma emboscada grandiosa, e mesmo que Jorge Marmelo não possa gabar-se de prescindir de escrever os livros que quer que os outros leiam, o seu narrador arrisca-se a ser muito bem sucedido nos seus planos de se tornar famoso sem fazer outra coisa que não seja andar de autocarro pelas ruas do Porto."

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Texto de apresentação de Hélia Correia



"(...)existe neste texto um espantoso processo combustivo, uma espécie de volúpia incendiária que contamina mesmo alguns cenários e que consiste em recolher e misturar num crematório alquímico, toda a espécie de personagens que lhe passem ao alcance: as inventadas e as de carne e osso, que não abrem mão, estas, do real.." Ler mais

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Recensão e entrevista na edição de Novembro da revista Os Meus Livros



Classificação: 4,5 estrelas (em cinco)

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Crítica na revista Ler de Novembro

“Um labirinto literário por onde os viajantes, com ou sem livro debaixo do braço, dificilmente conseguem sair”.

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No Jornal de Letras de 2 de Novembro de 2011

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No suplemento Q. do DN, sugerido pelo Valter Hugo Mãe


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Crítica de Helena Vasconcelos no ípsilon de 14 de Outubro



Avaliação: 4 estrelas (em cinco)

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Crítica no caderno Atual do Expresso e apresentação no LiV do jornal i de 1 de Outubro de 2011



A crítica do José Mário Silva, no Atual, pode ser lida no blogue Bibliotecário de Babel. Classificação: 4 estrelas (em cinco)

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A primeira crítica: "Manuel Jorge Marmelo assume o pastiche desde a primeira página e com ele ergue uma narrativa poderosa onde os meandros meta-literários são, afinal, uma forma eficaz de pensar a intolerância”.

Sara Figueiredo Costa na Time Out Lisboa de 28 de Setembro de 2011 (classificação: 4 estrelas).

O texto completo pode ser lido no blogue Cadeirão Voltaire).

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O texto de contracapa:

"Para escapar ao anonimato de uma vida comum, à solidão da escrita e ao esquecimento dos futuros leitores, o narrador de Uma Mentira Mil Vezes Repetida inventou uma obra monumental, um autor – um judeu húngaro com uma vida aventurosa – e uma miríade de personagens e de histórias que narra entusiasticamente a quem ao pé dele se senta nos transportes públicos. Assim vai desfiando as andanças literárias de Marcos Sacatepequez e o seu singular destino, a desgraça do Homem-Zebra de Polvorosa, o caos postal de Granada, a maldição do marinheiro Albrecht e as memórias do velho Afonso Cão, amigo de Cassiano Consciência, advogado e proprietário do único exemplar conhecido de Cidade Conquistada, a obra-prima de Oscar Schidinski. Enquanto o autocarro se aproxima de Cedofeita, ou pára na rua do Bolhão, quem o escuta viaja do Belize a Budapeste, passando pelas Honduras, por estâncias alpinas, por Toulon ou por Lisboa. Mas se o nosso narrador não encontrou a glória - senão por breves momentos e na mente alheada de quem cumpre uma rotina - talvez tenha encontrado o amor. Ou será ele também inventado?"

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